Inscrições para Conselho Tutelar encerram dia 31

Termina no dia 31 de maio o período de inscrições para candidatos a Conselheiros Tutelares. O edital com as informações do concurso já está disponível no site da Prefeitura Municipal (www.saopedrodosul.rs.gov.br).

As eleições acontecem no dia 6 de outubro, quando serão preenchidas cinco vagas para Conselheiros Tutelares que terão um mandato de quatro anos, permitida uma recondução. O candidato deve preencher alguns requisitos mínimos, como: reconhecida idoneidade moral através de certidão de folha corrida de antecedentes criminais; carteira de identidade, CPF e Título de Eleitor com comprovante das duas últimas eleições; idade superior a 21 anos; residir no Município, comprovando com algum documento como conta de luz, água, telefone ou outro; Foto 5×7; carteira de habilitação categoria “B”; comprovação de conclusão, no mínimo, do ensino médio; não ter sido penalizado com a destituição da função de membro do Conselho Tutelar, nos últimos cinco anos.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na Secretaria de Desenvolvimento Social, que fica no Centro Administrativo, na rua Floriano Peixoto, 222, das 8h ás 14h.

18 de maio – Dia Nacional da Luta Antimanicomial

O dia 18 de maio marca, no Brasil, o Dia Nacional da Luta Antimanicomial. Esta data, instaurada em 1987 na cidade de Bauru, durante o Congresso de Trabalhadores de Serviços de Saúde Mental, deu visibilidade ao Movimento da Luta Antimanicomial, adotando o lema “Por uma sociedade sem manicômios” e inaugurando uma nova trajetória da proposta de Reforma Psiquiátrica Brasileira. Seus objetivos são, desde então, propor não só mudanças no cenário da Atenção à Saúde Mental, mas, principalmente, questionar as relações de estigma e exclusão que social e culturalmente se estabeleceram para as pessoas que vivem e convivem com os “transtornos mentais”. É tempo de comemorar! Mas também é tempo de ficar atento para que conquistas históricas não vivam retrocessos e nos envergonhem enquanto sociedade, enquanto cidadania.

Contraditoriamente e não raro, nesta mesma época do ano, costumamos acompanhar, em paralelo aos eventos que marcam – e comemoram – o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, movimentos que tentam trazer à cena social, através da mídia, debates em torno da necessidade de ampliação de leitos psiquiátricos como solução a uma suposta “desassistência” a que estão sujeitos os usuários dos serviços de saúde mental.

Entendemos ser da nossa responsabilidade, enquanto profissionais da saúde mental, participar ativamente desta discussão, afirmando a necessidade de efetivação de políticas de saúde mental que contemplem a diversidade de situações enfrentadas pelos sujeitos que habitam o contemporâneo. Neste sentido, entendemos que precisamos sim ampliar o número de espaços e serviços que acolham os sujeitos em momentos de sofrimento psíquico grave. Porém, estes espaços não podem ser regidos pela mesma lógica excludente e de segregação delineada nas estruturas manicomiais, ainda presente em muitas das ações daqueles que pensam, planejam e trabalham em serviços de atenção em saúde mental no Brasil. Pautados pela lógica da integralidade, não podemos entender como ações de atenção à saúde (incluindo a saúde mental), podem ser realizadas em instituições que estigmatizam, excluem, proíbem a participação de outros elementos no processo terapêutico que não os puramente biomédicos. Com certeza, não basta mudarmos os locais de atenção, é preciso desconstruir os “manicômios mentais” que nos habitam. Porém, também não podemos dizer que usar os espaços físicos dos manicômios, “apenas como espaços físicos”, seja inócuo às nossas práticas. Não há como habitar um espaço que carrega uma construção secular de exclusão sem ser tomado por ela.

Fonte: www.crprs.org.br/upload/noticia/arquivo334.pdf

O CAPS I de São Pedro do Sul situa-se na Rua Reinoldo Militz nº 1506 ao lado da Secretaria de Saúde. Conta com uma equipe multiprofissional que trabalha de forma individual e grupal as demandas de média e alta complexidade do município em Saúde Mental visando o cuidado integral da saúde dos usuários.

Prefeitura já realizou 20 castrações de animais após implantação de Lei

Desde agosto de 2018 está em vigor a Lei nº 2.860 que institui a política municipal de controle de natalidade de caninos e felinos. A Lei estabelece que cães e gatos em situação de abandono e vulnerabilidade, preferencialmente de famílias carentes, sejam esterilizados.

O projeto começou a ser implantado em dezembro do ano passado. Após a realização dos trâmites burocráticos e de tomadas de preço, o município firmou parceria com a clínica veterinária Central Vet, dos proprietários e médicos veterinários Daniéli Pozzobom e Calvin Haslein Flores, que presta o serviço ao município conforme a liberação de recursos.

De dezembro até agora, 20 animais, entre machos e fêmeas, já passaram pelo procedimento cirúrgico. O município está em busca de mais recursos para poder liberar outras 20 esterilizações.

Na quinta-feira (9) a Prefeita Ziania Bolzan e o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente, Dulcimar Kraupenhar, estiveram visitando a clínica para acompanhar o trabalho que vem sendo desempenhado. Quatro animais estavam se recuperando do procedimento.

A Prefeita considera este trabalho de extrema importância tanto pelo controle de natalidade quanto pelo controle de zoonoses, porém ressalta que a comunidade deve ter consciência das consequências que o abandono de animais pode causar.

Para que um animal realize o procedimento, ele deve obedecer alguns critérios que são estabelecidos e analisados pelo Centro de Bem Estar Animal, comandado pelo veterinário da Prefeitura Municipal, Leandro Magon, por isso, que não é qualquer cão ou gato que pode ser esterilizado.

Após o procedimento, o animal é devolvido ao dono, se tiver, ou a alguém que seja responsável por ele, que pode colocá-lo para adoção.